Robôs funcionam na China, mas nos EUA hotéis ainda priorizam o toque humano
Grandes redes hoteleiras, como IHG, Wyndham, Choice Hotels, Hilton, Hyatt e Marriott Vacation Rentals, vêm explorando ferramentas de Inteligência Artificial

Grandes redes hoteleiras, como IHG, Wyndham, Choice Hotels, Hilton, Hyatt e Marriott Vacation Rentals, vêm explorando ferramentas de Inteligência Artificial (IA) em diferentes áreas de operação. No entanto, executivos ainda discutem onde a tecnologia é realmente eficaz e onde as limitações persistem, conforme debatido no Destination AI Forum, em Washington, D.C.
As aplicações mais promissoras têm surgido nos contact centers, automatizando consultas de rotina que não exigem interação humana.
“É um número incrível de pessoas que ligam apenas para confirmar. São milhares de chamadas por dia de pessoas que querem apenas ter certeza de que suas reservas estão confirmadas”, afirmou Josh Dow, VP de Estratégia e Serviços de Tecnologia Hoteleira da Wyndham Hotels & Resorts, em entrevista ao portal Skift.
Segundo Dow, os centros de atendimento são ambientes de baixo risco para testes de IA, com métricas claras como tempo de atendimento, taxas de conversão e custo por ligação, que permitem avaliar rapidamente o desempenho das ferramentas.
Robôs não devem chegar aos hotéis dos EUA em larga escala
Apesar do sucesso de robôs em operações hoteleiras na China, incluindo 400 unidades do IHG realizando serviço de quarto e limpeza básica, a expansão para os EUA ainda é improvável.


