Como as empresas de viagens escolhem o modelo de IA ideal para seu negócio
Com o surgimento de novos players no mercado, como o Gemini do Google e o DeepSeek da China, a decisão

Com o surgimento de novos players no mercado, como o Gemini do Google e o DeepSeek da China, a decisão se tornou mais complexa
Em um cenário que muda rapidamente, as empresas de viagens estão cada vez mais atentas à escolha do modelo de Inteligência Artificial (IA) que melhor atende às suas necessidades. Nos últimos anos, a escolha parecia simples: adotar o modelo de linguagem grande (LLM) ChatGPT da OpenAI ou desenvolver uma solução interna. No entanto, com o surgimento de novos players no mercado, como o Gemini do Google e o DeepSeek da China, a questão se tornou mais complexa.
Stanislav Bondarenko, CEO da startup de viagens Swifty, que utiliza IA para realizar reservas de viagens via mensagem de voz, explicou, em entrevista ao portal PhocusWire, que até o final de 2023, o ChatGPT era o modelo preferido. “Era o mais testado e confiável”, diz Bondarenko. No entanto, ele observa que, com o crescimento da concorrência, o cenário se expandiu.
A reportagem destaca que cada modelo de IA apresenta suas particularidades, como o número de “tokens” que podem ser processados em uma única interação. Isso afeta tanto o custo quanto a eficiência da ferramenta. O Google, por exemplo, se destaca por ter a maior janela de contexto, com seu modelo Gemini 2.5 permitindo a inserção de até 1 milhão de tokens, um diferencial importante para empresas que lidam com grandes volumes de dados.
Além disso, a capacidade de “raciocínio” do modelo, ou seja, a habilidade de decompor problemas e exibir a cadeia de pensamento, é outro fator essencial. Modelos que oferecem esse tipo de raciocínio ajudam a gerar mais confiança nas respostas, prevenindo erros. Bondarenko destaca que o GPT-4, da OpenAI, ainda é um dos modelos com o raciocínio mais robusto.
Alternativas e custo-benefício
A constante inovação no setor fez com que empresas de viagens buscassem alternativas mais econômicas. Simone Lini, ex-executiva do Google Travel e criadora do Navifare, um sistema de IA para busca de passagens aéreas, aponta que, apesar do desempenho superior do GPT-4, o custo elevado por token está levando muitos a considerar opções mais baratas, como o Gemini 2.0 Flash.
Pergunte ao TTH sobre este tema
Respostas com base no arquivo de matérias do TTH, geradas pelo Claude.




