Distrito lança índice que mede a maturidade da inteligência artificial nas empresas
O Distrito, especialista em inteligência artificial (IA) e transformação estratégica, apresentou o AI Transformation Index (ATI), metodologia que mede o

- O Distrito lançou o AI Transformation Index (ATI), ferramenta que mede o grau de maturidade das empresas na adoção da inteligência artificial.
- O índice avalia dez dimensões estratégicas — da cultura de dados à governança responsável — e ajuda líderes a desenvolver roadmaps personalizados de transformação digital.
- Mais de 300 companhias já passaram pelo diagnóstico, que orienta o uso mais eficiente da IA e impulsiona o amadurecimento tecnológico das organizações.
O Distrito, especialista em inteligência artificial (IA) e transformação estratégica, apresentou o AI Transformation Index (ATI), metodologia que mede o grau de maturidade das empresas no uso da tecnologia e orienta planos de ação personalizados. O índice, desenvolvido em 2023 por Danillo Sciumbata, head de Estratégia do Distrito, foi disponibilizado no site da empresa e já vem sendo aplicado em clientes de diferentes setores.
O questionário é voltado para executivos C-Level e tem como objetivo avaliar o nível de adoção da IA, detectar gargalos, sugerir melhorias e fortalecer o relacionamento com potenciais parceiros. Segundo Sciumbata, muitas companhias ainda enfrentam desafios para integrar a IA de maneira estruturada.
“Embora soluções como ChatGPT, Gemini, N8N e Lovable já estejam amplamente acessíveis, muitas organizações ainda encontram dificuldades para integrar a tecnologia de forma consistente aos seus processos e realidades”, afirma.
“Sem uma visão estratégica e contextualizada, a implementação isolada tende a proporcionar benefícios limitados”, acrescenta.
Um levantamento recente do Distrito mostra que 45,7% das empresas que já utilizam IA não possuem uma estratégia estruturada, enquanto 24% estão apenas iniciando a exploração do tema. O estudo também indica que 61% das companhias não monitoram aspectos éticos ou regulatórios, o que reforça a necessidade de amadurecimento digital no uso da tecnologia.





