Dennis Vilovic, fundador da Troop, aposta na transformação da tecnologia e no crescimento das viagens em grupo até 2025
Foto: Reprodução Dennis Vilovic
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Dennis Vilovic, fundador da Troop, aposta na transformação da tecnologia e no crescimento das viagens em grupo até 2025
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As perspectivas para o setor de viagens corporativas são promissoras e com previsão de crescimento para 2025. Dados recentes da Global Business Travel Association (GBTA) e relatórios financeiros de grandes redes hoteleiras apontam para um cenário otimista, especialmente para viagens em grupo, que têm ganhado destaque no segmento.
De acordo com uma pesquisa da American Express Global Business Travel divulgada em outubro, 66% dos profissionais de planejamento de reuniões esperam um aumento nos seus orçamentos para o próximo ano.
Dennis Vilovic, fundador e co-CEO da startup de viagens Troop, prevê um crescimento de até 30% nas viagens em grupo em 2024, mesmo com a pressão de algumas corporações para o retorno ao trabalho presencial.
Em entrevista ao PhocusWire Studio durante a The Phocuswright Conference, Vilovic destacou tendências em ascensão, como a preferência por reuniões internas mais longas e grupos menores, geralmente com menos de 100 participantes.
“As empresas estão tentando recriar o ‘momento de descontração e interação’, algo que os trabalhadores remotos acabam perdendo”, afirmou.
Vilovic também abordou a transformação iminente na tecnologia voltada para viagens corporativas. Ele acredita que 2025 será um ano marcante, com inovações em todas as etapas do processo de reserva, incluindo o uso de inteligência artificial e plataformas mais abertas. “Essas iniciativas trarão mais valor para os viajantes”, finalizou.

Nesta semana, aconteceu em Atlanta, a convenção GBTA 2024, considerado por muitos o principal evento para profissionais de viagens corporativas.
Impulsionado pela estabilidade econômica, demanda reprimida e momento de recuperação, os gastos devem superar US$ 2 trilhões até 2028, segundo

Gastos sobem 7,2%, mas o volume avança apenas 1,3%, sinal de que a alta de preços puxa o setor mais do que a demanda.
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