Aviões maiores e menos voos: como a aviação superou desafios e quebrou recordes em 2024
Pesquisa foi realizada pela Cirium, empresa especializada em análise de aviação Apesar dos desafios impostos por questões geopolíticas, preocupações econômicas
Pesquisa foi realizada pela Cirium, empresa especializada em análise de aviação
Apesar dos desafios impostos por questões geopolíticas, preocupações econômicas e problemas contínuos com o fornecimento de aeronaves, o ano de 2024 marcou uma virada histórica para a indústria aérea.
Dados divulgados em 16 de janeiro, revelam que o número de assentos disponíveis em voos comerciais superou todas as expectativas, atingindo a impressionante marca de 5,85 bilhões de assentos, um aumento de 2% em relação ao recorde anterior, em 2019.
A pesquisa foi realizada pela Cirium, empresa especializada em análise de aviação. Confira os quatro principais pontos dessa análise.
1. Mais assentos, menos voos
Embora se espere que um aumento no número de assentos leve a mais voos, o cenário foi justamente o oposto. Em 2024, o total de voos programados foi de 36,4 milhões, um número 5% inferior ao de 2019.
A explicação está na maior utilização de aeronaves de maior capacidade, o que permite acomodar mais passageiros por voo, sem a necessidade de aumentar a quantidade de voos.
Um exemplo claro disso é a easyJet, que substituiu seus Airbus A319, com 156 assentos, por modelos A320 e A321, que oferecem 186 e 235 assentos, respectivamente.
Além disso, a média de assentos por voo aumentou significativamente: em 2024, a média foi de 161 assentos por voo, comparados a 150 em 2019 e apenas 140 há uma década.
2. Companhias aéreas norte-americanas dominam o mercado
Nos critérios de desempenho global, como destinos atendidos, tamanho da frota e lucratividade, as companhias aéreas dos Estados Unidos ocuparam quatro das cinco primeiras posições no ranking de maior capacidade de assentos vendidos em 2024. ]


